O momento de comprar imóveis prontos é agora: por que os preços vão subir além da inflação em 2026

DUOS

Alguns economistas e consultores do mercado imobiliário têm apontado fatores que, quando analisados em conjunto, indicam um realinhamento inevitável dos preços dos imóveis acima da inflação, especialmente no segmento de alto padrão. Esse cenário cria uma janela estratégica para quem avalia a compra de imóveis prontos ou em fase final de construção.

A seguir, destacamos os principais vetores desse movimento:

1) Redução dos estoques de imóveis prontos

Há uma redução consistente dos estoques de imóveis prontos e em fase final de construção em relação ao total disponível. Mantida para 2026 a velocidade média de vendas mensal observada em 2025, esses estoques tenderiam a se esgotar em aproximadamente 8 meses, um patamar historicamente baixo para o mercado imobiliário.

Esse nível de escassez exerce pressão direta sobre os preços.

2) Menos lançamentos imobiliários em Porto Alegre

Observa-se uma diminuição relevante de novos lançamentos imobiliários em Porto Alegre ao longo de 2025, com impacto ainda mais significativo no segmento do alto padrão.

A redução da oferta futura reforça o desequilíbrio estrutural entre oferta e demanda.

3) Imóveis na planta mais caros do que imóveis prontos

Os preços dos imóveis na planta, oriundos dos novos lançamentos, já se encontram acima do patamar de preços dos imóveis prontos ou em fase final de construção. Esse movimento é consequência direta da forte pressão sobre os custos de obra, impulsionada por:

  • Escassez de mão de obra qualificada;
  • Aumento real dos preços de materiais oligopolizados;
  • Elevação dos tributos federais decorrente da reforma tributária.

Na prática, comprar um imóvel pronto hoje pode significar pagar menos pelo mesmo padrão construtivo.

4) Expansão do crédito imobiliário

O crédito imobiliário tende a se tornar mais acessível nos próximos ciclos, em função de:

  • Aumento do limite de valor do imóvel financiável no SFH para R$ 2,25 milhões;
  • Retorno do percentual financiável para até 80% do valor do imóvel;
  • Provável redução das taxas de juros, acompanhando o movimento de queda da taxa Selic.

Mais crédito disponível significa aumento da demanda por imóveis, o que historicamente se reflete em valorização de preços.

5) Menor atratividade das aplicações financeiras

As aplicações financeiras devem perder atratividade relativa em 2026, em função de:

  • Redução gradual da taxa Selic;
  • Expectativa de estabilização do Ibovespa, influenciada por fatores macroeconômicos internos;
  • Dificuldades no fechamento das contas públicas, com provável aumento do déficit fiscal;
  • Manutenção de gastos públicos elevados, especialmente em um ano eleitoral.

Nesse contexto, o imóvel reforça seu papel como ativo real de proteção patrimonial e geração de valor no longo prazo.

Conclusão

A combinação de estoques reduzidos, menor volume de lançamentos, custos de construção elevados, expansão do crédito imobiliário e menor atratividade das aplicações financeiras cria um cenário claro de valorização real dos imóveis prontos nos próximos anos.

Em bairros consolidados e historicamente valorizados de Porto Alegre, esse movimento tende a se intensificar. É nesse contexto que se insere o DUOS, no bairro Três Figueiras, um empreendimento alinhado ao novo ciclo do mercado imobiliário, reunindo localização nobre, metragem adequada e padrão construtivo consistente. (🔗https://formainc.com.br/empreendimentos/duos/) (adicionar em cima da palavra duos)

Saiba mais sobre o DUOS e os empreendimentos da Forma Incorporações:
🔗 https://formainc.com.br/

Comprar bem posicionado hoje é antecipar a valorização de amanhã.