Algumas das soluções mais inteligentes de um prédio não aparecem na fachada nem no hall de entrada. Elas trabalham em silêncio, todos os dias, e quem mora ali muitas vezes nem percebe que existem. Duas delas aproveitam recursos que vêm do céu: a chuva e o sol.
Neste artigo, explicamos como funcionam o reaproveitamento da água da chuva e o aquecimento solar de piscinas, por que essas soluções fazem sentido em um prédio residencial e o que elas significam, na prática, para quem mora.
Água da chuva: nem toda água precisa ser potável
Pense em quantas vezes por dia uma descarga é acionada em um apartamento e multiplique pelo número de unidades do prédio. Toda essa água não precisa ser potável, ou seja, não precisa ter a qualidade exigida para beber ou cozinhar. É exatamente aí que entra o reaproveitamento da água da chuva.
Em linhas gerais, o sistema funciona em etapas: a água que cai sobre o prédio é captada, armazenada em um reservatório e depois direcionada para usos que não exigem água potável, como os vasos sanitários.
O efeito é uma divisão mais inteligente dos recursos. A água tratada da rede fica reservada para o que realmente precisa dela, como beber, cozinhar e tomar banho, enquanto a água da chuva assume uma tarefa que, em um prédio sem esse sistema, consumiria água potável.
Energia solar: o sol aquecendo a piscina
Manter uma piscina aquecida exige energia, e é nesse ponto que o aquecimento solar faz diferença. Em vez de depender apenas de fontes convencionais para esquentar a água, o sistema aproveita o calor do sol, uma fonte natural e renovável.
Em linhas gerais, coletores instalados no prédio absorvem energia solar gerando calor e o transferem para a água, que circula e volta aquecida para a piscina. Para o morador, o funcionamento é invisível: ele só percebe o resultado quando entra na água.
Para quem frequenta a piscina, o resultado é simples: uma área de lazer aquecida por uma fonte limpa e renovável. A diferença está nos bastidores, na forma como essa temperatura é alcançada.
Por que isso importa para quem mora
Soluções como essas costumam ser definidas ainda na fase de projeto e funcionam desde o primeiro dia de uso do prédio, sem exigir que o morador mude qualquer hábito. A pessoa abre a torneira, aciona a descarga ou entra na piscina como sempre fez, e o sistema trabalha por trás.
O resultado é um prédio que faz melhor uso dos recursos naturais e reduz a dependência de água tratada e de outras fontes de energia para aquecimento. Ao usar menos água potável e menos energia convencional, o condomínio tende a ter um funcionamento mais enxuto, e com menor custo, além de contribuir para um consumo mais consciente.
DUOS: sustentabilidade no projeto
No DUOS, da Forma Inc., as duas soluções fazem parte do prédio. A água da chuva é reaproveitada nos vasos sanitários, e as piscinas adulto e infantil são aquecidas por energia solar. Essas informações constam entre os diferenciais do empreendimento, na categoria de sustentabilidade.
O DUOS está pronto, no Três Figueiras, com apartamentos de 173 a 198 m², todos com 3 suítes. O lazer inclui piscina adulto com raia de 15 metros e piscina infantil, ambas aquecidas por energia solar. Para conhecer o empreendimento de perto, o melhor caminho é falar com a equipe da Forma Inc.